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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Tardei Desenhando

Olá visitantes, como estão?

Desenho despreocupado durante uma aula da faculdade. Um tracinho aqui e outro ali e deu no que deu, um dos meus feitos favoritos (de longe). Serviu também pra eu perceber o quanto eu tenho melhorado. Ainda faltam muitos estudos, é claro, principalmente anatomia (que eu amo) e expressões, mas por ora estou amando meu avanço. O cabelo deu um trabalhinho doloroso. Meu pulso estava bem dolorido quando terminei. Como já disse, preciso estudar anatomia e isso inclui a "anatomia da estrutura capilar" (risos).

O desenho tem a ver também com meu árduo processo de "aceitação capilar". Tenho cachos bastante expressivos, os quais eu AMO, mas sempre tive demasiada dificuldade em assumi-los. Só à pouco tempo que assumi pro mundo minhas curvinhas que sempre foram motivos de elogios muito agradáveis, e mimos dos mais próximos; desde "debaixo dos caracóis dos seus cabelos" à uma adaptação da música fofa da Mallu Magalhães Olha Só, Moreno, que virou "olha só, morena do cabelo enroladinho". 
Enfim, o cabelo foi meu grande feito desse desenho. Quase um poema pra mim. E nessa aula eu definitivamente tardei desenhando.

Bom fim de semana e até a próxima entrada.




"Ars longa, vita brevis"
Carpe Diem
Bruna Nunes



terça-feira, 22 de julho de 2014

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Canção de Outono... Na Primavera.

Perdoa-me, folha seca, 
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo, 
e até do amor me perdi.

De que serviu tecer flores
pelas areias do chão, 
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?

E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando àqueles 
que não se levantarão...

Tu és a folha de outono 
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
- a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão...


 Cecilia Meireles - Canção de Outono    




"Ars longa, vita brevis"
Carpe Diem
Bruna Nunes

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lembranças

-Conte-me seus espinhos?
-Ah... sabe, você é um espinho.



"Ars longa, vita brevis"
Carpe Diem
Bruna Nunes

sábado, 27 de julho de 2013

Para 'um avenca' que custa partir...

[...] Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? [...]
  Caio Fernando Abreu - Para uma Avenca Partindo




"Ars longa, vita brevis"
Carpe Diem
Bruna Nunes


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Para ser forte...

"Aprendi com a Primavera a me deixar cortar, 
e voltar sempre inteira."
                                   Cecília Meireles
                                                            Carpe Diem!


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Não sejas o de hoje


“Não sejas o de hoje.
Não suspires por ontem...
não queiras ser o de amanhã.
Faze-te sem limites no tempo.
Vê a tua vida em todas as origens.
Em todas as existências.
Em todas as mortes.
E sabes que serás assim para sempre.
Não queiras marcar a tua passagem.
Ela prossegue:
É a passagem que se continua.
É a tua eternidade.
És tu.”

Cecília Meireles
Carpe Diem Amigos.